No bar, os drinks são as estrelas da rentabilidade: um bom coquetel tem custo de ingredientes baixo, preço de venda alto e um apelo visual que faz o cliente pedir só de ver na mesa ao lado. Saber quais são os drinks para vender com mais lucro, e como apresentá-los, é uma das jogadas mais espertas para engordar o faturamento sem aumentar o movimento. Um drink certo no cardápio vale por vários pratos.
Neste guia, você vai conhecer os drinks mais lucrativos para vender, entender o que faz um coquetel dar lucro, aprender a calcular a margem por drink e pegar dicas para vender mais no salão e no delivery. A pegada é prática e voltada para o resultado, porque drink bom de vender é aquele que agrada o cliente e o seu caixa. Boa leitura.
E o potencial é enorme: o setor de bares e restaurantes faturou cerca de R$ 495 bilhões em 2025, segundo a Abrasel, com os drinks entre os itens de melhor margem de um bar. Investir em uma boa seleção de coquetéis lucrativos é uma das formas mais diretas de melhorar o resultado da sua casa.
Quais são os melhores drinks para vender?
Os melhores drinks para vender unem alta procura, custo de ingredientes baixo e um belo apelo visual, ou seja, saem muito, custam pouco para fazer e ainda enchem os olhos. Os clássicos famosos lideram essa lista, porque o cliente já os conhece, pede com confiança e eles têm uma margem generosa. Apostar neles é garantir volume de vendas com ótimo retorno por copo.
Além dos clássicos, vale ter alguns drinks autorais da casa, que se diferenciam e permitem cobrar mais pela exclusividade e pela experiência. O equilíbrio entre os campeões conhecidos e as criações especiais é o que faz a carta vender bem para todos os perfis. Veja os drinks que mais valem a pena ter no seu bar:
Cada um dos grupos abaixo tem um papel na estratégia da carta, então vale ter representantes de todos para equilibrar volume, margem e diferenciação:
- Caipirinha e variações
A caipirinha é a rainha dos drinks brasileiros, com custo baixo (cachaça, limão e açúcar) e altíssima procura, o que a torna um dos coquetéis mais lucrativos que existem. É pedido garantido em qualquer bar do país.
As variações ampliam as vendas e permitem cobrar mais, como a caipirinha de frutas (morango, maracujá, kiwi) ou a caipiroska, feita com vodca. Oferecer um leque de sabores transforma um clássico simples em uma seção inteira de boas margens.
- Gin tônica e drinks refrescantes
O gin tônica caiu no gosto do público e é um drink de preparo simples, com boa margem e um visual bonito que rende foto. Basta gin, água tônica, gelo e um toque de especiaria ou fruta para entregar um coquetel sofisticado.
Drinks refrescantes como o mojito e a limonada com vodca seguem a mesma lógica: fáceis de fazer, agradáveis e de boa margem. São perfeitos para os dias quentes e para quem quer algo leve, ampliando o público da carta.
- Drinks coloridos e autorais
Coquetéis coloridos e vistosos, como o Aperol Spritz e as criações da casa, têm um apelo visual irresistível que vende pelos olhos e viraliza nas redes sociais. O cliente pede porque viu na mesa vizinha ou numa foto bonita.
Os drinks autorais, com nomes e combinações exclusivas, permitem a melhor margem, porque o cliente paga pela experiência única. Bem batizados e apresentados, viram assinatura do bar e motivo de visita, além de renderem ótimo conteúdo para divulgar.
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O que faz um drink ser lucrativo?
Um drink lucrativo é aquele em que a diferença entre o custo dos ingredientes e o preço de venda é boa, e que ainda tem alta procura. Muitos coquetéis usam uma dose de destilado e complementos baratos, como gelo, água tônica, frutas e xaropes, resultando em um custo baixo para um preço de venda que o cliente aceita bem. Essa conta generosa é o que faz o drink brilhar no caixa.
O apelo visual é um multiplicador poderoso de vendas, porque drink é dos poucos itens que a gente pede só de ver na mesa do lado. Um coquetel colorido, bem montado e fotogênico gera desejo imediato e ainda rende foto nas redes, atraindo mais clientes de graça. Investir na apresentação é investir diretamente na venda, então capriche no copo, no gelo e na decoração.
Há também o fator da experiência e da percepção de valor, que permite cobrar mais por um drink bem apresentado e com uma boa história. Um coquetel autoral, com nome criativo e visual caprichado, justifica um preço maior do que um drink simples, e o cliente paga com prazer. Por isso, os autorais costumam ser os campeões de margem da carta.
Custo, preço e apelo: o trio da lucratividade
A lucratividade de um drink nasce do encontro de três fatores: um custo de ingredientes baixo, um preço de venda que o cliente aceita e um apelo que faz ele querer pedir. Quando os três se alinham, você tem um campeão, como a caipirinha, que custa pouco, vende caro e todo mundo adora. Buscar esse equilíbrio é o que guia a escolha dos drinks da carta.
Vale lembrar que um drink de margem apenas razoável pode compensar se ele tem um apelo visual que atrai clientes e vira propaganda nas redes. Nesse caso, ele trabalha como um imã que traz gente para o bar, valendo além da própria margem. Por isso, avalie cada drink pensando tanto no lucro direto quanto no poder de atração que ele tem.
Como calcular a margem dos drinks?
Calcular a margem dos drinks começa pela ficha técnica de cada coquetel, com a medida exata de destilado, xarope, fruta, gelo e demais ingredientes, para saber quanto ele custa. Com o custo em mãos, você compara com o preço de venda e enxerga quanto sobra em cada drink servido. Sem essa conta, é fácil achar que um drink dá lucro quando, na verdade, a dose generosa de destilado come a margem.
A referência do CMV, o custo da mercadoria vendida, ajuda a calibrar os preços, mirando algo em torno de 30% a 35% do preço de venda na alimentação, embora os drinks costumem ficar bem abaixo disso, com margem ainda melhor. Isso mostra por que os coquetéis são tão rentáveis: o custo do ingrediente representa uma fatia pequena do que o cliente paga. Veja uma referência de margem por tipo de drink:
|
Drink |
Custo do insumo |
Potencial de margem |
|---|---|---|
|
Caipirinha |
Baixo |
Alta |
|
Gin tônica |
Baixo a médio |
Alta |
|
Aperol Spritz |
Médio |
Boa |
|
Drink autoral da casa |
Variável |
Alta (pela exclusividade) |
Com esses números, dá para destacar na carta os drinks que unem boa margem e alta procura, que são os verdadeiros campeões do caixa. Padronizar as receitas com a ficha técnica também garante que a margem calculada se mantenha na prática, sem o bartender “pesando a mão” no destilado e comendo o lucro. Padrão e controle são o que sustentam a rentabilidade dos drinks.
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📌 Dica OlaClick: padronize a receita de cada drink na ficha técnica e acompanhe pelos relatórios do cardápio digital quais mais vendem. Cruzando o que sai mais com a margem de cada um, você descobre os campeões de verdade e pode destacá-los na carta para vender ainda mais os que engordam o caixa. |
Como vender mais drinks no bar e no delivery?
Vender mais drinks começa por dar destaque aos coquetéis campeões e autorais no cardápio, com fotos lindas que despertam o desejo na hora. Como o drink vende muito pelos olhos, uma imagem vibrante do copo caprichado é um dos investimentos mais eficazes para aumentar as vendas. Colocar os drinks de melhor margem em posição de honra puxa a atenção do cliente para eles.
A sugestão e os combos também impulsionam o consumo, porque facilitam a escolha e elevam o ticket de forma natural. Sugerir um drink para acompanhar o petisco, ou oferecer um combo de dois coquetéis, incentiva o cliente a pedir mais. No cardápio digital, dá para destacar os drinks e sugerir combinações na hora do pedido, sem depender de a equipe lembrar de oferecer.
No delivery, os drinks também vendem, sobretudo os que viajam bem, como caipirinhas e coquetéis engarrafados prontos para servir. Uma boa embalagem e uma apresentação caprichada surpreendem o cliente em casa e incentivam a recompra. O Pub Lúpulo, em Campinas, criou uma linha de drinks autorais bem fotografados no cardápio digital e viu os coquetéis liderarem o ticket tanto no salão quanto no delivery.
Por onde começar a escolher os seus drinks para vender?
Para escolher os melhores drinks para vender, aposte nos clássicos de alta procura e custo baixo (caipirinha, gin tônica, Aperol Spritz), tenha alguns autorais de maior margem, calcule o custo de cada um com ficha técnica e destaque na carta os que unem lucro e procura. Capriche na apresentação e use combos e sugestões para elevar o ticket.
Lembre-se de que o drink vende muito pelo visual, então a apresentação é parte da estratégia de lucro, não um detalhe. Um coquetel bonito atrai clientes, vira foto nas redes e justifica um preço melhor, trabalhando a seu favor bem além da margem da própria receita.
Com os drinks certos e bem apresentados no cardápio digital, é lucro no copo, no salão e no delivery. Crie sua conta grátis na OlaClick e acompanhe a gente no Instagram e no YouTube para mais ideias de quem vive o dia a dia dos bares.
Perguntas frequentes (FAQ) sobre Drinks para vender
Os que unem alta procura, custo baixo e bom apelo visual: a caipirinha e suas variações (rainha da lucratividade), o gin tônica e drinks refrescantes como o mojito, e os coloridos e autorais, como o Aperol Spritz e as criações da casa. Vale ter os clássicos de volume e autorais de maior margem.
Uma boa diferença entre o custo dos ingredientes e o preço de venda, somada à alta procura. Muitos drinks usam uma dose de destilado e complementos baratos, resultando em custo baixo. O apelo visual multiplica as vendas (o drink vende pelos olhos), e a experiência permite cobrar mais pelos autorais.
Monte a ficha técnica de cada coquetel (medida de destilado, xarope, fruta, gelo) para saber o custo e compare com o preço. O CMV na alimentação mira 30% a 35%, mas os drinks costumam ficar abaixo disso, com margem ainda melhor. Padronize as receitas para a margem se manter na prática.
Porque o custo dos ingredientes costuma representar uma fatia pequena do preço de venda, sobretudo em coquetéis com uma dose de destilado e complementos baratos como gelo, água tônica e frutas. Somado ao forte apelo visual, que atrai e vira foto nas redes, o drink rende muito por copo.
Destaque os campeões e autorais com fotos lindas, aposte em coquetéis que viajam bem (caipirinhas, drinks engarrafados prontos) e cuide da embalagem e da apresentação. No cardápio digital, dá para destacar drinks e sugerir combos, elevando o ticket sem esforço da equipe.
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